Quem planeja com calma escolhe o caminho mais barato. Quem decide com o evento já em cima — a venda fechada, o inventário aberto — paga o preço cheio. A diferença entre as duas situações costuma ser de dezenas de milhares de reais, e ela não vem de nenhuma mágica jurídica: vem de sequência e timing.
Há um agravante de momento: o sistema tributário brasileiro está em reforma (EC 132/2023 + LC 227/2026, sancionada em 13/01/2026). Alíquotas e regras de transmissão estão mudando. Planejar agora, com a regra vigente confirmada, vale mais do que planejar depois — e toda decisão dessas se otimiza acompanhada de contador, advogado e corretor que conhece o mercado. Eu entro como o corretor que vê o risco antes.
O erro mais caro do patrimônio imobiliário não é pagar imposto a mais — é a venda forçada. Família que não estruturou a sucessão descobre o ITCMD com o inventário aberto, sem liquidez para pagá-lo, e acaba vendendo o melhor imóvel da carteira com pressa e deságio. O imposto era o menor dos custos.
Sobre holding familiar — o assunto mais vendido e mais mal explicado do mercado: a regra mudou e boa parte do que se promete por aí está juridicamente superada. O guia honesto está aqui, sem bandeira e com as fontes. Antes de assinar qualquer estrutura pronta, leia — e converse.
Poucas e escolhidas — só entra aqui o que passa na análise. A seleção muda conforme o mercado abre janelas.
Antes de precisar — esse é o ponto. O planejamento feito com o inventário aberto perde as melhores opções (doação programada, permuta, organização de liquidez para o ITCMD). Como regra prática: se o patrimônio imobiliário já é relevante para a família, o momento de planejar é agora, com a regra vigente confirmada.
Não — e desconfie de quem promete isso. A reforma tributária (EC 132/2023 + LC 227/2026, sancionada em 13/01/2026) tornou o ITCMD progressivo e mudou a avaliação de participações societárias. Estrutura vendida como blindagem mágica perdeu força. O planejamento sério organiza sucessão, governança e liquidez — e se faz com contador, advogado e corretor que conhece o mercado, caso a caso.
As regras de transmissão (herança e doação) estão ficando progressivas e a forma de avaliar bens e participações está mudando para valor de mercado. Quem tem imóvel relevante na pessoa física e não estruturou a sucessão tende a pagar mais. Confirme sempre a regra vigente — este conteúdo é datado e a reforma está em movimento.
Meia hora de conversa sobre o seu patrimônio esclarece a ordem das suas decisões — antes de você assinar qualquer estrutura pronta.
Falar com Mauro PereiraCRECI J 07326 — Consultor de Investimentos Imobiliários — Cascavel-PR